download           O CEDES tem os seus especialistas, o médico Celso Marzano e a psicóloga Samanta Fonseca, em revistas por todo o Brasil como colaboradores, entrevistados e autores de textos sobre assuntos relacionados a UROLOGIA, PSICOLOGIA E SEXUALIDADE.

REVISTA ANA MARIA

VÍTIMAS DA TPM             Por luciana Liebert

As mulhereANA MARIAs mudam o humor na tensão pré-      menstrual, e acabam descontando sua irritação e  desconforto em cima dos homens

Algumas mulheres sentem uma terrível dor de  cabeça, ficam extremamente sensíveis e choram  por qualquer motivo. Outras se calam e têm crises  de mau humor que dá até medo de chegar perto.  Para os homens que enfrentam essas fases em  que a companheira libera a agressividade ou nem    dá bom dia ao acordar, só há um conselho: calma,  pois ela pode estar com TPM, ou ten- são pré-  menstrual.

 Pronto para ajudar

O produtor musical Alexandre Resende já foi vítima de muitas crises da namorada, Denise Augusto. “No começo do namoro eu estranhava quando ela chorava por algo banal, mas como ela menstruava logo depois, descobri que se tratava da TPM.” Segundo o urologista e terapeuta sexual dr. Celso Marzano, o importante é que o homem saiba que num determinado momento a parceira passará por diversas reações no período em que antecede a menstruação. O ideal é que ele esteja pronto para ajudá-la, mas sem ficar com pena ou querer protegê-la demais. Brigas, cobranças financeiras e discussões sobre as tarefas da casa também devem ser evitadas nessa fase. “Ela precisa de certa cumplicidade com o parceiro e o homem pode apoiá-la, confortá-la com carinhos ou, se for o caso, com algum remédio receitado pelo médico”, conta o sexólogo.

Sobre a possibilidade de acontecer uma transa em plena TPM, o dr. Marzano diz que a mulher está indisposta nesses dias, mas não descarta a possibilidade de afagos mais íntimos. “Essa união entre o casal pode fazer com que ela se solte e até fique excitada para uma relação sexual”, afirma o especialista.

Após 13 anos de convivência, o comerciante Aureo Moryama sabe muito bem o que fazer quando a mulher está “naqueles dias”. “Como a Andréa é muito comunicativa, desconfio quando ela fica muito quieta”, diz Moryama. “Posso me aproximar dela se ela pedir e respeito esse mo- mento, porque sinto que está mais carente”, entrega-se..

REVISTA CLAUDIA

CLAUDIA No ano passado, os brasileiros gas- taram 40  milhões de dólares comprando Viagra, o que  leva o país a ocupar o posto de segundo maior  consumidor do medicamento no mundo, só  perdendo para os Estados Unidos. Lá, há uma  legião de 12 milhões de homens com  impotência total, de acordo com uma pesquisa  recente feita pela Universidade de Boston.

O  mesmo estudo estima que no Brasil esse índice  esteja na casa dos 8 mi- lhões. É um número  altíssimo. Mas, mais assustador, é saber que a  maioria não procura ajuda para virar o jogo. “Apenas 10% vão aos consultórios”, afirma o urologista Luiz Otávio Torres, presidente do 6º. Congresso

Latino-Americano e do 6º. Congresso Brasileiro de Impotência Sexual, que ocorrerão em junho no Rio de Janeiro. “A maior parte dos homens se fecha por vergonha ou por não querer admitir a dificuldade”, esclarece.

O paciente leva, em média, três anos entre detectar o problema e recorrer a um médico. Tempo demais para conviver com algo que pode ser resolvido em seis meses. Ou até de imediato. Às vezes uma simples conversa já traz a solução. Com Pedro *, 41 anos, administrador de empresas, de São Paulo, foi assim. “Eu não entendia por que não tinha ereção em todas as vezes que a minha mulher me procurava”,

revela. “Na primeira consulta com o médico, ele disse: ‘Mas o pênis só fica ereto quando você sente desejo’. Caiu a ficha ali mesmo. Nem sempre eu estava com tesão, mas achava que tinha de dar conta do recado.”

 Mecanismo da ereção. Para que ela ocorra, o órgão precisa, num primeiro momento, relaxar, possibilitando a entrada e o acúmulo de sangue. Em seguida, a musculatura se contrai e impede que esse sangue vá embora. “Um pênis encharcado de adrenalina perde a capacidade de relaxar e contrair, movimento básico para a ereção”, esclarece o urologista Celso Marzano, da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH).

A saída é controlar a ansiedade. É possível fazer isso a partir do mo- mento em que se descobre o que a provoca. “Há inúmeras causas”,  A principal é ter medo do desempenho. Muitos homens temem não se sair bem durante a transa. Se isso acontece, a preocupação pode virar realidade. Em geral, a angústia de desempenho ataca quem já falhou uma vez. Ou quem está diante de uma nova conquista.

OS mais vulneráveis são os que moram em grandes centros urbanos. “Vivem agitados e pressionados a se sair bem na profissão ou em qualquer outro tipo de atividade, como no sexo.” A preocupação com o orgasmo feminino é outra fonte geradora de insegurança. Alguns homens acham que são responsáveis pelo clímax da parceira, quando, na verdade, são meros coadjuvantes. “Na cama, cada um tem de ser um pouco egoísta e buscar o próprio prazer”. Outro erro comum é a mania de montar um script para a transa: primeiro se põe a mão aqui, depois ali… “Se algo foge ao roteiro, ele fica nervoso e o pênis amolece.”

Há ainda a questão da falta de concentração. TV ligada, barulho,


Embora o estado de espírito seja o maior gatilho da perda da ereção, 30% dos casos são provocados por fatores orgânicos. Doenças como diabetes, problemas circulatórios e cardiovasculares, cirurgia de próstata ou qualquer outra complicação no funcionamento dos órgãos genitais atrapalham os mecanismos da ereção. É para esses homens que os medicamentos são mais indicados. Para quem tem problemas psicológicos, o melhor mesmo é atacar as dificuldades emocionais com o auxílio de um terapeuta sexual. Na luta pela cura, a parceira assume papel decisivo. Sua participação reduz pela metade o tempo necessário para concluir o tratamento. Além de ajudá-lo no que for recomendado pelos médicos, ela é capaz de prever possíveis falhas -e evitar que ocorram. Como? De olho no estado físico do homem, que dá várias pistas. Boca seca. pupila dilatada e suor frio são sinais de altíssimo nível de ansiedade. Diante desse quadro, melhor deixar a transa para depois.
Aditivo sexual

Nem todas as mulheres, no entanto, agem de forma positiva. Quem não se lembra da Ivete, personagem da última novela das 8 da Globo, Laços de Família? Casada com o impotente Viriato, ela divulgava aos quatro cantos o problema do marido. E…

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