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A psicologia comportamental é o método que observa as atitudes físicas e mentais das pessoas e abrange o entendimento das emoções e dos pensamentos humanos.

Diariamente deixamos de lado pequenas coisas, porém coisas importantes, que poderiam dar luz a certas situações, resolver muitos problemas, ou criar novas maneiras de se fazer algo. Deixamos de lado e não levamos nossas ideias adiante, apenas para manter a nossa posição cômoda, para manter o nosso “bem-estar”, ou mesmo para não contrariar alguém.

Queremos ajudá-lo a compreender a si mesmo, o seu desenvolvimento pessoal, amoroso e profissional e a ganhar motivação para a vida.

PSICOTERAPIA - O que é e como funciona?

PSICOTERAPIA:É um processo conduzido por profissionais especializados, no qual o indivíduo amplia a consciência que tem de si mesmo, aprendendo com seus sintomas e se desenvolvendo como pessoa.

OBJETIVO DA PSICOTERAPIA:

Visa facilitar o movimento natural da vida, criar oportunidades para que a pessoa aprenda sobre ela mesma. Os sintomas que geram a necessidade do processo psicoterapêutico tendem a desaparecer a medida em que aprendemos o que eles têm a nos ensinar.
QUANDO BUSCAR PSICOTERAPIA:

Quando de alguma forma o indivíduo não está satisfeito com o andamento de sua vida, não está feliz, ou está vivendo algum sofrimento e não consegue superá-lo, nesse contexto um facilitador pode poupar tempo e energia.
QUEM DEVE BUSCAR PSICOTERAPIA:

*        Pessoa que buscam auto conhecimento, ou alguma questão existencial;
*        Pessoa encaminhada por vários profissionais: médicos, assistentes sociais, professores, fonaudiólogos, entre outros;
*        Pessoa com questões emocionais relacionadas a estresse, dificuldade de relacionamento interpessoal ou conjugal, problemas relacionados ao trabalho, insônia, insegurança, irritação situações de luto, problemas sexuais, obesidade, frustração, ciúmes, sintomas físicos sem diagnóstico médico, dificuldades escolares, hiperatividade, educação de filhos, entre outros;
*        Orientação sexual;
*        Orientação profissional;
*        Pessoas que passaram por situações traumáticas como: sequestro, assalto, acidente, violência, abuso, estupro, entre outras situações traumáticas;
*        Pessoas com depressão, pânico, fobia, transtorno bipolar, bulimia, anorexia, tiques, problemas com álcool ou drogas, e outros quadros psiquiátricos;
COMO INICIAR UM PROCESSO TERAPEUTICO:

Para iniciar um processo terapêutico basta marcar uma entrevista inicial individual. Nessa entrevista você terá a chance de tirar suas dúvidas e o psicólogo fará uma avaliação a cerca da necessidade ou não de um processo psicoterapêutico.

Crises de Idade Feminina

crises da idade femininaCuide da alma para que ela cuide de seu corpo.

É preciso saber viver! O refrão da música dos Titãs é  mesmo uma lição de vida. Com o passar dos anos,  teoricamente, as pessoas deveriam ficar mais experientes e maduras e, assim, curtir da melhor forma possível cada  fase de sua existência. Porém, com as influencias  culturais e a ditadura da beleza imposta pela mídia a  qualquer custo, muitas mulheres se preocupam muito  com a idade, e não na forma como vivem. Existem alguns  chavões muito explícitos, como: aos 30, precisa casar; aos 40, estar realizada profissionalmente. Caso fuja desses “padrões”, corre o risco de ser rotulada como mal-amada e frustrada.  E são dessas cobranças que se originam as famosas crises da idade. Geralmente, a crise existencial chega ao ápice da vida quando a pessoa dá um tempo para fazer o balanço das metas cumpridas, incluindo, filhos, marido e estabilidade financeira. Os conflitos são inúmeros como por  exemplo: com 30 anos, carrega a crença de que não é mais jovem, por isso está perto da data limite para subir ao altar. Com 40, teme não ter mais filhos e nem ser realizada profissionalmente. E é aos 50 que enfrenta a pior das crises, pois está diante da proximidade da velhice, por conta dos cabelos brancos, das ruguinhas indesejáveis e da beleza que se transformou.

Essas são apenas doutrinas aprendidas e alimentadas desde a infância. O grande segredo para que estas questões não afetem a vida, consiste em focar determinados objetivos aliados a uma qualidade de vida.  O que é prioridade, essencial em sua vida? Se a prioridade é ter filho, coloque as suas energias nessa missão. Converse com o parceiro. E no caso de ainda não ter um, veja se vale à pena investir na adoção, mesmo solteira. O importante é cumprir a meta imposta a você. Não se deixe influenciar pelo passado para não desenvolver uma depressão. Fuja das lamentações e corre atrás do que realmente é importante para você. E se não conseguir sozinho, busque uma ajuda especializada. Boa sorte!

 

Por: Samanta Fonseca

O Papel do Pai na Educação

Foi o tempo que cuidar dos filhos era apenas dever da mãe.  Hoje, a mulher acumulou tarefas e responsabilidades e, para conciliar casa, trabalho, contas, filhos e marido (ou ex-marido em muitos casos), ela precisou buscar a independência financeira e, claro, inserir o homem na educação dos filhos.

Há algumas décadas ser pai era ser provedor da família. Atualmente, os homens têm dificuldades para exercer esse papel, pois está numa fase de mudanças. Muitas mulheres são mães solteiras e os pais mal ficam com as crianças no fim de semana. Diante dessa triste realidade, fica cada vez mais difícil educar uma criança.

É importante que o pai participe de todos os momentos da gestação e “engravidar” junto com a gestante! Isso gera um apoio emocional fantástico à mãe e, conseqüentemente, ao bebê.  É possível,  participar ativamente da vida dos filhos sem ficar restrito a cobranças.

Durante a infância, o ideal é saber que o dia não deve ser feito apenas de tarefas. Os filhos não podem crescer sozinhos, nada deve justificar a falta de tempo e a agenda atribulada, por exemplo. E essa tarefa é papel dos dois: pai e mãe. As crianças sofrem influências das pessoas que a cercam. Isso acontece de forma natural. Para os filhos, os adultos são modelos de comportamento e a forma como agem diante de situações se torna um referencial para a sua formação. Por isso é imprescindível um diálogo franco com os filhos. O pai pode se interessar mais sobre como foi o seu dia, ajudar nas tarefas da escola, busca-lo após a aula e praticar exercício junto com seu filho. O grande papel desse pai não deve se restringir a dias recheados de lazer ou fazer tudo o que os filhos querem, mas capacita-los a viver bem! Os filhos devem experimentar frustrações, o que é extremamente saudável.

Sintonia entre o casal

A autoridade precisa ser imposta tanto pelo pai como pela mãe e decisões isoladas na educação devem ser respeitadas por ambos. Por conta do avanço tecnológico, as crianças estão cada vez mais informadas e isso tem gerado uma inversão de papéis: ou seja, os filhos ditam as regras, o que não é adequado nem saudável. Cuidado, esse é o primeiro sinal de que algo está errado na educação. Afinal, as crianças precisam de limites e esse papel não pode ser terceirizado. Por outro lado, pais autoritários e dominadores criam filhos agressivos e desenvolvem neles uma personalidade insegura. Desse modo, terão dificuldades para se relacionar com as pessoas. Por outro lado, pais que permitem tudo ou mimam demais estão colaborando para a formação de adultos egoístas que reagem com impaciência e agressividade diante de qualquer dificuldade ou de um simples NÃO.

Ser participativo não significa fazer tudo o que o filho quer, mas ter tempo para ouvi-lo. Um pai participativo serve de modelo para os meninos e colaboram para que a menina conheça e compreenda melhor o universo masculino. Impor limites é a melhor demonstração de amor. Uma autoridade bem dosada, calcada no bom senso e aplicada por pais que sabem dividir essa parcela de responsabilidade na educação dos filhos, mesmo separados, tornará essa criança um adulto muito mais saudável e responsável. Só não pode ceder o tempo todo, pois as crianças podem se tornar desobedientes. Jamais confunda autoridade com autoritarismo (impor sem respeito). E lembre-se: todo excesso é prejudicial.

 

Para ser um bom PAI

– Converse bastante

– Evite mentiras

– Brinque, leve para jantar e ao cinema

– Oriente com responsabilidade

– Ligue sempre que possível para saber dele

– Imponha limites a qualquer hora

– Dite as regras do jogo

– Beije, abrace, diga que o ama

– Não esqueça as datas especiais

– Encoraje seu filho diante de um problema

– Perdoe e também peça perdão

– Não o mime demais

– Seja o melhor amigo das crianças

– Evite o “filho favorito”

– Respeite a mulher e a sua família

– Arque com as despesas, mesmo que for separado

Fundamentos do Casamento

fundamento do casamento

O amor, a afeição e o carinho, que propiciam prazer e enriquecimento da relação, podem flutuar com o decorrer do tempo. O amor pode começar a diminuir e sua dedicação a se dissipar.

Só o amor não é suficiente para assegurar o todo de um relacionamento. Há outras qualidades que fortalecem os laços conjugais e que asseguram a estabilidade da relação espontaneamente.

Para que o amor permaneça são necessárias as forças da estabilidade: o compromisso, a lealdade e a confiança.

O amor e a afeição em si não dissolvem as dificuldades do dia a dia, mas servem como incentivos poderosos para supera los.

Vou relacionar uma serie de ingredientes que compõe os fundamentos do casamento:

  • Cooperação: trabalhar para preencher os objetivos comuns como casal e família; felizmente, nascemos não apenas com a tendência para o egocentrismo como também com uma capacidade para a cooperação e o sacrifício. A cooperação no casamento maduro, as metas ou interesses podem até divergir, porém o casal consegue mesclar os próprios interesses em prol de uma meta em longo prazo: um relacionamento estável, gratificante. Neste aspecto, entra o espírito de cooperar, ajudar, e de agradar o outro e de resolver problemas.
  • Compromisso: a expectativa da permanência do casamento; Como a paixão declina após o fascínio inicial, a dedicação ao bem estar e à felicidade do outro emerge como uma importante força de ligação no relacionamento. A responsabilidade, a marca do compromisso, é o modelo pelo qual cada um avalia a si mesmo e ao outro.
  • Compromisso com a fidelidade: Muitas vezes a pessoa não esta disposta a assumir um compromisso com determinada coisa porque requer desistência de algo mais. O verdadeiro compromisso requer que a pessoa quer mergulhar no casamento e aprender, pela experiência, a satisfação de viver mais como uma unidade, um casal, e menos como duas pessoas que partilham a mesma casa. Um importante aspecto do compromisso é a determinação de manter o relacionamento mesmo após dificuldades, desapontamentos e desilusão. Muitos casamentos poderiam ser salvos ou melhorados se os casais colocassem energia na solução de seus problemas, em vez de fugir deles.
  • Confiança: O pressuposto da disponibilidade de estar junto por parte de cada um; As raízes da confiança básica são estabelecidas bem antes do casamento. Começa a se desenvolver na infância com os membros da família, envolvendo os seguintes aspectos: 1- conto com minha família quando preciso dela, não importa o que aconteça; 2- os de fora pode me magoar, mas minha família me respeita e vai me proteger; 3- as pessoas importantes na minha vida não vão ultrapassar os limites, não vão tirar vantagem de mim e não vão me magoar intencionalmente. Isto vai determinar como vou me relacionar com o outro, e como vou estabelecer o nível de confiança na relação.
  • Lealdade e fidelidade: A dedicação aos interesses do outro. A lealdade refere se ao parceiro colocar os interesses do outro acima do interesse de outras pessoas. A aliança tem o significado simbólico de sempre poder contar com a proteção e o apoio um do outro. E isto independe do julgamento um do outro. Já a infidelidade cada um lida de uma forma, porém o ato de ser infiel atinge fundo um relacionamento, na própria auto-imagem e na confiança do parceiro. Enquanto para o ofensor ser infiel pode significar apenas uma experiência diferente, para o ofendido é um ataque direto à própria relação e ao compromisso mutuo.

Ajustando o Relacionamento

Ingredientes fundamentais para o amor maduro:

  • Sentimentos de ardor: é a persistência do laço amoroso
  • Desvelo: é acreditar e deixar que o parceiro saiba o quanto o outro é importante
  • Expressões de afeto: são as formas de provocar sentimentos de ardor no companheiro. Entretanto, com o evoluir do casamento, os simples gestos de afeto como abraçar, cochichar palavras de amor cada vez ficam mais limitados, podendo ate desaparecer por completo.
  • Aceitação: tende a ser incondicional no amor maduro, é como a aceitação de si mesmos.
  • Empatia: é a capacidade de sintonizar com os sentimentos do parceiro, de experimentar em certa medida, o seu sentimento ou prazer, sua dor ou alegria
  • Sensibilidade: às preocupações e aos pontos vulneráveis do parceiro.
  • Companheirismo: é componente essencial do bom casamento que se pode aperfeiçoar pelo simples planejamento. Exige que se considerem atividades que os dois gostem. Atividade esporádica como viajar, decorar a casa, ir ao teatro, Atividade dia a dia como ver televisão, fazer caminhadas, limpar a casa juntos.
  • Intimidade:
  • Amizade: se refere ao interesse que você tem no outro como pessoa
  • Cortesias ou agrados: são cruciais para um casamento feliz.
  • Apoio mútuo: da se um senso de que é digno de confiança, de que o outro pode se firmar em épocas difíceis.

 

Saber o que esperar do outro é algo que proporciona um sentimento de estabilidade no planejamento, no lidar com as crises e nas tomadas de decisão.

 

Duração do Amor

construindo relações

Aprendemos a andar, a escrever, a nadar, a falar… Só que quando se trata de amor, sexo e relacionamento amoroso,  pensamos que tudo deve acontecer instintivamente. Nada disso.

O amor e as relações amorosas estão presentes no nosso dia a dia. Nas nossas vidas pessoais, de nossos amigos, nos livros, nas novelas, nas músicas…  As pessoas confirmam, nas suas atitudes, a importância desse sentimento. Esse muitas vezes é associado à felicidade e à capacidade de alcançar sua realização plena.

O que todos desejam com este sentimento é encontrar alguém capaz de satisfazer aos nossos desejos, preencher nossas faltas, de atender nossas expectativas e necessidades.

Somos seres de falta, todos nós. Não completos. A falta possibilita-nos movimentar, desejar, construir, de tornarmo-nos sujeitos e fazermos laços.

Laços não surgem. Eles são construídos. As relações são construções exigentes. Necessitam de cuidados. Para que isso ocorra, cada pessoa precisa cuidar bem de si e se amar.

Toda relação envolve fantasias e expectativas, mas também frustrações. O que é uma relação amorosa ideal? Sabemos que não vivemos em um conto de fadas, que o percurso do ser humano é cheio de grandes obstáculos e grandes superações, mas ao mesmo tempo, temos a expectativa de um dia encontrar o (a) parceiro (a) ideal, os verdadeiros príncipes e princesas encantados (as), casar, ter uma casa linda, filhos lindos, cachorro, periquito, papagaio … e “vivermos felizes para sempre…”. Muitos de nós estamos totalmente apegados a este modelo de felicidade, sendo que raramente, senão nunca, vivenciamos este estado pleno e eterno.

Muitas pessoas, em busca incessante por este modelo idealizado, trocam de parceiros de maneira exagerada. Vivemos em uma época marcada pela superficialidade das relações. As pessoas têm muito medo de se envolver afetivamente, e acabam optando por “ficar” com diversas pessoas. Não se permitem experimentar as diferentes facetas que um encontro pode trazer, e muitas vezes, diante de uma frustração, como por exemplo, ele (a) não fez o que eu esperava, abandonam a relação, partindo para outras, que muitas vezes, continuarão repetindo isso.

A procura por tentar encaixar uma relação nos moldes do certo ou errado, pode ser fruto da necessidade que temos de construir relações estáveis e seguras. No entanto, quando perguntamos o que é amor e conseguimos uma resposta, automaticamente o amor desconstrói a resposta dada, suscitando novamente a pergunta. Esse processo muitas vezes nos leva a transcender os obstáculos que existem dentro de nós mesmos.

É importante olharmos e nos conscientizarmos de que a felicidade não é eterna, mas sim estados momentâneos. “Dar certo” não é sinônimo de “durar para sempre” no mundo atual, tal qual é idealizado por muitos de nós, mas sim, estarmos abertos para vivenciar, experimentar e nos entregar ao que o relacionamento nos oferece num dado momento. No entanto, para que isso ocorra, precisamos nos livrar deste ideal de perseguir esta perfeição, e assim, qualificarmos o “dar certo”, de outra maneira.

Desmistificando-o desta forma, podemos perceber que o término de uma relação, por exemplo, não implica necessariamente que ela não deu certo. Se este relacionamento proporcionou ao casal experiências de boa qualidade e satisfatórias por um período, que pode tanto ter sido breve, como duradouro, este relacionamento deu sim, e muito certo!

Dar certo no amor é poder viver a plenitude de um encontro. Deste ponto de vista, a duração do relacionamento não tem tanta importância.

Portanto, um relacionamento bem-sucedido pode durar uma vida ou uma noite, pois a plenitude de um encontro está ligada à forma como as partes envolvidas se colocam na relação. É fundamental a valorização do encontro com o outro. Um encontro no qual possamos enxergar o nosso parceiro e suas características. Esse grande encontro já é por si só gerador de diversos efeitos com cores e tonalidades das mais variadas.

Seja feliz!

Por: Samanta Fonseca

DEPRESSÃO: Uma Doença Que Pode Ser Tratada

O QUE É DEPRESSÃO:  Depressão não é uma sensação de tristeza ou baixo astral. É mais do que sentir triste ou ficar de luto após uma perda. A depressão é uma doença que afeta seus pensamentos, seus sentimentos, sua saúde e seu comportamento. Ela não é causada por apenas um fator. Provavelmente é conseqüência da combinação de fatores biológicos, genéticos e psicológicos entre outros.

 

Pode ser causada por diversos fatores, incluindo:

  • História familiar
  • Outras doenças não psiquiátricas
  • Outras doenças psiquiátricasUso de drogas ou álcool

Algumas situações de vida (como estresse intenso ou luto) podem desencadear a depressão ou impedir a recuperação completa. Em algumas pessoas a depressão ocorre mesmo quando está tudo bem.

 

Depressão para o site

 

DIAGNOSTICAR A DEPRESSÃO:  Pessoas que tem depressão maior apresentam determinados sintomas quase que diariamente, a maior parte do dia, por um período mínimo de duas semanas. Você deve apresentar pelo menos 3 desses sintomas.

 

 

Algumas características de sintomas:

  • Perda do interesse ou prazer em atividades
  • Tristeza, melancolia ou sensação de vazio
  • Sensação de lentidão ou de inquietação, com incapacidade de permanecer quieto
  • Sentimento de autodesvalorização ou de culpa
  • Aumento ou redução de apetite ou de peso
  • Idéias freqüentes de morte ou suicídio
  • Dificuldade de se concentrar, raciocinar, memorizar ou tomar decisões
  • Insônia ou excesso de sono
  • Perda de energia ou cansaço persistente
  • Dor de cabeça
  • Problemas digestivos
  • Dificuldades sexuais
  • Pessimismo ou desesperança
  • Ansiedade ou preocupação

 

TIPOS DE TRATAMENTO: A depressão é uma doença reversível, ou seja, há cura completa se tratada adequadamente.

 

As três principais modalidades de tratamento para a depressão são: 

  • Medicamento antidepressivo
  • Psicoterapia
  • Medicamento antidepressivo associado a psicoterapia.

 

ESCOLHA DO TRATAMENTO: Se você começar a sentir os sintomas de dperessão, a primeira coisa a fazer é buscar uma ajuda profissional. Voce poderá decidir junto com seu medico ou psicólogo o melhor tratamento para o seu caso. O importante é não demorar para buscar ajuda profissional.


PORQUE A DEPRESSAO DEVE SER TRATADA: 

  • O  tratamento precoce pode evitar que a depressão se torne grave ou crônica
  • Ideias de suicídio são comuns na depressão, os riscos de suicídio aumenta quando os pacientes nãos são tratados e os episódios se repetem. Quando o tratamento é eficaz, esses pensamentos desaparecem
  • Nos intervalos entre os episódios, pode se apresentar alguns sintomas e dificuldades para executar atividades diárias. Essas pessoas se não forem tratadas tem grande chance de desenvolver outro episodio de depressão.


A depressão não ocorre por sua culpa. Não é uma fraqueza. È uma doença. E pode ser tratada!

A Linguagem dos Sentimentos

Imagem linguagem dos sentimentos

 

Os sentimentos podem ser explicados de maneira simples e direta. Eles formam uma linguagem bem própria. Não sentir é não viver. Mais do que qualquer outra coisa os sentimentos nos tornam humanos.

 

Definem nossa percepção no mundo. Na verdade, os sentimentos representam o mundo em que vivemos. Quando a pessoa assume a responsabilidade por seus sentimentos, assume também responsabilidade por seu mundo. Compreender os sentimentos é a chave para o domínio de nos mesmos, para achar a verdadeira independência.

 

Os sentimentos são a maneira como nos percebemos. É nossa reação no mundo que nos circunda. É a maneira pela qual percebemos que estamos vivos. O pensamento, explica, justifica, racionaliza, coloca o dentro de uma perspectiva.

 

O mundo é tão complicado, que não podemos nos apoiar tão somente em nossa capacidade intelectual de avaliarmos nossas percepções.

 

Estar em contato com nossas emoções é a única maneira pela qual sempre poderemos ser o melhor de nós mesmos, a única maneira de nos tornarmos abertos e livres, de sermos autêntico conosco.

 

Os sentimentos são a verdade. Aquilo que você com eles fizer é que decidirá se você vivera na verdade ou mentira.

 

Usar defesas para tentar dominar os sentimentos pode conduzir a uma deformação de nossa percepção da verdade, porem não altera a verdade. Explicar satisfatoriamente os sentimentos não os resolve nem os exterioriza. Eles estão ai: precisamos lidar com eles.  Podem ser disfarçados, negados, racionalizados, mas um sentimento doloroso não se retirará enquanto não tiver percorrido sua trajetória natural. Na verdade, quando um sentimento é evitado, freqüentemente seus efeitos dolorosos são prolongados e torna se mais difícil de lidar com ele.

 

Portanto, use o momento presente para se preocupar com si mesmo. A vida se torna mais plena quando é experimentada. Enquanto antes se evitava a dor e se desligava parte do mundo para reprimi- lo, agora você é livre para sentir todas as emoções, pôr-lás em ordem é movimentar-se para seu crescimento pessoal.

 

Escolha da Profissão

Quando se chega ao segundo grau, mais especificamente no terceiro ano, além de se preocupar com as provas e com o vestibular, é comum um questionamento: que profissão deveria escolher? Esta é talvez uma das decisões mais importantes da vida de uma pessoa.
O homem é valorizado socialmente pela atividade na qual trabalha, e sua identidade pessoal está muito ligada com o que ele faz profissionalmente.
É comum então a dúvida quanto à profissão escolhida. Muitas vezes é preciso experimentar, conhecer melhor, para depois decidir.
Sendo assim, a importância de decidir a carreira/profissão a seguir, não é simplesmente a de escolher sem critérios, mas a de escolher bem. Pois optar por uma profissão não é só decidir o que fazer, mas principalmente decidir QUEM SER!

 

Eis algumas fases que envolvem a escolha da profissão: 

Escolha da profissão

INDECISÂO: A indecisão na hora da escolha é difícil. O momento é de conflito e dúvidas. É uma decisão difícil porque vai definir o seu futuro profissional. Geralmente nesta fase, as pessoas ficam indecisas porque não encontram muitas respostas para seus questionamentos.

ESCOLHA: É necessário pensar muito a respeito da escolha que ira fazer; muitos universitários desistem, por não se identificarem com a opção que fizeram, ou pela falta de informação pelos cursos ou profissões. Assim pense bastante antes da escolha. Relaxe e procure conhecer as opções do mercado que atualmente são inúmeras.

Procure definir seu projeto de vida, avaliar suas características pessoais e o que o leva a escolher determinado curso. Pense no que quer para o futuro e o que vai fazer para alcançá-lo.

A escolha envolve uma serie de fatores como o reconhecimento, status, possível retorno financeiro, etc. Mas também tem outro lado, como a dificuldade financeira, a doação para os estudos, colecionar emprego, dificuldade do curso, entre outros.

PRESSÃO: Acontece, também, uma pressão a que somos submetidos desde a nossa infância, no processo educativo, seja este familiar, social ou da instituição. Esta pressão pode esconder o que é vocação e o interesse temporário prevalece na escolha.  Portanto considere o que é mais importante para você.

A imagem criada pela mídia sobre certas profissões muitas vezes tem grande influências sobre a escolha.

INFLUÊNCIAS: pais, amigos, professores, mídia, parentes próximos, concorrência dos cursos,  entre outros.

VOCAÇÃO: O termo vocação significa convite, chamada, convocação. È como se fosse uma voz que o chama de uma forma suave. Podemos até deixar de ouvi-la, imersos aos encantos exteriores, a conveniência e o interesse.  A vocação se forma através do contato do meio com o qual vivemos, ou seja, com a nossa realidade. Existem os testes vocacionais que ajudam na vocação e orientação no momento da escolha.

 

Para o Pai da Psicanálise Sigmund Freud, há duas questões cruciais na vida adulta: as relações afetivas e de trabalho. Vocês jovens sentir-se-ão curiosos e angustiados com esta nova fase da vida, pois receiam não estarem escolhendo o curso certo.

Mas lembre-se que quem esta escolhendo a profissão é você, quem vai cursar uma faculdade, fazer provas, e depois exercer a profissão será você e não seus pais, professores ou amigos. Você mais do que ninguém sabe sobre seus interesses e habilidades.

Ser feliz na carreira e na vida, profissionais de sucesso exige ir alem da pressão do vestibular, escolher o que se gostar e valorizar o ato de estudar.

 

” Nada é mais difícil, e por isso mais precioso, do que ser capaz de decidir”

 

Traição

Traição Cada vez mais as pessoas estão  sendo atraídas para colocar  tempero em suas vidas. Um dos  principais problemas que afeta os  casais são a ausência de  intimidade, e as ilusões criadas  acerca do casamento, a rotina, o  ciúme, a falta de calor no  relacionamento, a comunicação  como se as pessoas vivessem  juntas, mas estivessem desligadas, desconectadas uma das outras.

 

A traição na maioria das vezes começa num episódio isolado. E cada um tem uma motivação para a traição que nem sempre é a busca do prazer sexual. Pode ser também pela curiosidade, diversão, pelo prazer, pela conquista, para chamar a atenção do parceiro, para provocar ciúmes, ou ainda para combater o estresse, entre outros. Mas também tem os que desejam iniciar um outro relacionamento. Qualquer que seja a razão, o fato é que muitas pessoas estão sedentas por companhia e excitação sexual.

Quando a traição é descoberta acaba tendo um impacto dramático na vida das pessoas, não apenas para quem trai e é traído, mas para todos os envolvidos

A mulher tende a associar o sexo com amor, e sente a traição como uma ameaça de morte para o casamento. Enquanto os homens na sua maioria consideram o sexo como uma diversão. A grande maioria dos homens buscam o sexo para diversão e não de amor, o que não gera remorso. Também o homem pode buscar a traição pelo poder, para mostrar virilidade e masculinidade.

Muitos homens não aceitam a traição feminina pela questão cultural. Antes a traição masculina era aceita e incontestada, hoje já existe esta relação de igualdade.

 Cada um tem as suas razões para buscar a traição o que acaba sendo incompreendido pelo homem.

Todas as pessoas necessitam de atenção e se não estão conseguindo isso em casa com a parceria oficial, seja pela razão que for, é possível que procurem em outro lugar.

Geralmente uma traição não ultrapassa 2 anos. O primeiro ano tende a ser muito bom, pois encontra se no outro tudo aquilo que espera e deseja e que não tinha. Imagina se que conseguira manter essa situação, mas de repente chega se a um momento de decisão, pois pode vir as cobranças, desconfianças e pressões tanto de um lado quanto do outro.

 

Quanto mais estável for o casamento maior a probabilidade de sobreviver uma crise desta natureza. O importante é verificar todas as possibilidades e todas as raízes emocionais existentes nesta relação, pois no casamento a maneira como cada casal cria seus vínculos e estabelece suas trocas é muito particular.

Alguns aspectos devem ser avaliados no momento desta decisão: vinculo existente, o contexto em que aconteceu, o sentimento como um todo e não o momentâneo e a tolerância individual. O importante é que para um relacionamento acabar as pessoas esgotam todas as possibilidades.

Em suma, a vida sempre nos coloca diante de algumas possibilidades. Cada uma delas nos dá e simultaneamente nos tira alguma coisa. Diante destas questões o ideal é que se decida sozinho, se não conseguir busque uma ajuda profissional especializada.

Educando Filhos

Educando filhosAtualmente, muitos pais se sentem perdido quanto à educação de seus filhos.  O importante é se adaptarem a situação atual. Pais costumam dizer que seus filhos não nascem com manual, e não nascem mesmo.

Aprender a ler um filho, suas necessidades é muito importante para se definir como se vai agir em cada situação vivida. Educá-los para a vida consiste em transmitir-lhes noções morais,  noções do que é certo e errado;  é cultivar o respeito ao próximo.

Quando um pai ou uma mãe da tudo de graça ao seu filho, ele não fortalece a capacidade de realização. A criança tem que perceber que consegue realizar, e que precisa conquistar este espaço dentro do seu universo.

Pais também se sentem muito culpados por ter que trabalhar para oferecer melhor qualidade de vida para a família, sobretudo as mulheres; porém o que se investe atualmente é na qualidade da relação, ou seja, mesmo que os pais trabalhem muito quando for solicitado, que alimente a necessidade do filho. Se está com o filho, está com ele! E não esta com ele e fazendo outras coisas ao mesmo tempo.

Então a melhor maneira dos pais agirem, é na hora que o filho pedir, fazer as coisas necessárias e o filho carregar a obrigação e o dever de que ele é capaz de fazer. Todo filho que faz o que é capaz cria responsabilidade.

A tendência de qualquer ser humano, quando está muito ligado a uma determinada pessoa que ama, quando acontece alguma coisa, justificar o erro do outro através de uma falha nossa. Isso é natural. Se o filho percebe que os pais têm essa tendência a culpar, eles vão deixar de fazer o que são capazes, para cobrar a culpa que os pais sentem. Então a parte que cabe aos pais tem que ser cumprida, e a dos filhos também. Se os pais se conscientizam de que fazem a sua parte, para de se cobrar. Dentro deste aspecto, a divisão de tarefas é fundamental. Cada um tem que fazer a sua parte dentro de casa.

A nova geração não esta preparada para enfrentar os desafios da vida porque essa maneira de educar os filhos virou às avessas a educação antiga numa tentativa de fazer o caminho novo; porém fez um caminho oposto. Antes existia um autoritarismo pai-filho. Hoje os filhos estão mandando nos pais porque os filhos não tiveram os contornos do seu comportamento, não tiveram limites e a falta de limite sempre sufoca alguém, e nesse caso sufocou os próprios pais.

A melhor lição de vida que podemos passar aos nossos filhos é que podemos usufruir o nosso amor, o amor do casal e o amor pais e filhos. Para isso é fundamental que cada participante da família exerça seu papel com responsabilidade e sem culpa.

Construindo Relacionamento Amorosos

O vínculo amoroso é uma construção cotidiana, que tem como principal característica compartilhar uma vida em comum sem perder de vista a existência de duas pessoas distintas.vinculo amoroso

As pessoas de modo geral criam modelos de relacionamento, e com muita frequência observamos homens e mulheres buscando amores idealizados para si, pois é a referência de sucesso afetivo misturado com os contos de fadas. Porém esta forma de amor é buscada com a finalidade de vir preencher todos os desejos possíveis e impossíveis.

Outro aspecto observado na busca de amor é aquele vivido através do sexo sem valor sentimental algum. Atualmente este tipo de relacionamento tem sido muito procurado. É o amor pela atração sexual.

As pessoas ainda se confundem muito na busca pelo prazer, na busca de como querem viver sua vida amorosa. Isso acontece devido a influência cultural, familiar e porque muitas vezes as pessoas buscam viver de acordo com as propostas da geração vivida. No entanto o que se pode perceber é que só se pode viver uma relação sólida se primeiramente houver a auto-observação, a auto compreensão e se buscar viver de forma espontânea e criativa.

É importante uma reflexão de como você deseja construir um relacionamento avaliando alguns aspectos importantes de sua vida tais como:

  • Influencias familiares – valores, crenças, mitos e comportamentos considerados naturais para a família
  • O que fez escolher a pessoa com quem convive ou com quem já esteve envolvido naturalmente
  • Busque as expectativas que possui em relação ao casamento, o que pensa sobre, como gostaria de viver e como consegue experiência-lo na pratica.
  • Observe sua expressão verbal e não verbal frente aos acontecimentos da relação.
  • Constate que as existências de crises num relacionamento apontam que há algo necessitando de cuidados e que deve ser resolvido estas questões para a evolução do casamento.

Enfim, são vários os aspectos a serem avaliados primeiramente a nível pessoal até chegarmos uma conclusão do que precisamos e do quer para a sua vida amorosa conjugal